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	<title>Clube da Leitura</title>
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	<pubDate>Mon, 12 May 2008 01:13:46 +0000</pubDate>
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		<pubDate>Mon, 12 May 2008 01:10:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Contro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Clube da Leitura]]></category>

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<p style="text-align: left;">Bem-vindos então amigos leitores, para sanar qualquer dúvida restante entrem em contato <a href="http://www.clubedaleitura.org/contato/" target="_blank">por aqui</a> ou me adicionem no MSN: murilocontro [arroba] hotmail [ponto] com</p>
<p style="text-align: left;">Em breve mais novidades&#8230;</p>
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		<title>A Bússola de Ouro - Philip Pullman</title>
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		<pubDate>Sat, 10 May 2008 03:13:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Nogueira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[A Bússola de Ouro]]></category>

		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

		<category><![CDATA[Literatura Inglesa]]></category>

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		<category><![CDATA[Bússola de Ouro]]></category>

		<category><![CDATA[Fronteiras do Universo]]></category>

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		<category><![CDATA[Romance Inglês]]></category>

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		<description><![CDATA[Título: A Bússola de Ouro
Autor: Philip Pullman
ISBN: 9788573028423
Editora: Objetiva


A Bússola de Ouro, anteriormente chamado de &#8220;A Bússola Dourada&#8221; é o primeiro livro da trilogia &#8220;Fronteiras do Universo&#8221; de Philip Pullman.
O livro narra a história de Lyra, na qual, tem um amigo chamado Roger que sem mais nem menos desaparece. Lyra e seu dœmon* Pantalaimon decidem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&#038;ProdTypeId=1&#038;ProdId=10401&#038;ST=SR&#038;franq=259766" target="_blank"><img style="max-width: 800px; float: left; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-right: 10px;" src="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/05/a-bussola-de-ouro-philip-pullman.jpg" alt="" /></a><strong>Título: </strong>A Bússola de Ouro<br />
<strong>Autor: </strong>Philip Pullman<br />
<strong>ISBN: </strong>9788573028423<br />
<strong>Editora: </strong>Objetiva</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&#038;ProdTypeId=1&#038;ProdId=10401&#038;ST=SR&#038;franq=259766" target="_blank"><img src="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/03/bt_comprar_gd.gif" border="0" alt="comprar" /></a></span></p>
<p></p>
<p>A <strong>Bússola de Ouro</strong>, anteriormente chamado de <strong>&#8220;A Bússola Dourada&#8221; </strong>é o primeiro <a href="http://www.clubedaleitura.org/shop/?pal=livro"  class="alinks_links" onclick="return alinks_click(this);"  style="padding-right: 13px; background: url(http://www.clubedaleitura.org/wp-content/plugins/alinks/images/external.png) center right no-repeat;" title="As melhores ofertas de livro no Submarino" rel="nofollow">livro</a> da trilogia <strong>&#8220;Fronteiras do Universo&#8221;</strong> de <strong>Philip Pullman</strong>.</p>
<p>O livro narra a história de <strong>Lyra,</strong> na qual, tem um amigo chamado Roger que sem mais nem menos desaparece. Lyra e seu <strong>dœmon* Pantalaimon</strong> decidem procurá-lo. A partir deste ponto  os dois aventureiros viajam por reinos frios do Norte, onde habitam ursos de armadura e nos gélidos céus onde bruxas voam com seus galhos de pinheiro-nubígeno. Como diz o título do livro, Lyra possuí um objeto que irá auxiliá-la em sua jornada, uma <strong>&#8220;Bússola de Ouro&#8221;</strong>. A Bússola é capaz de responder todas as perguntas feitas pelo seu intermediador. Ter somente o objeto não significa muito, ela tem que aprender  a ler o objeto que possui diversas imagens.</p>
<p>*<em>dœaemon ou daemon é como se fosse a alma da pessoa em forma de animal.</em></p>
<p><em>&#8220;Raramente, se é que já aconteceu, foi apresentada aos leitores uma oferenda tão rica em maravilhas.&#8221;<strong> Independen</strong><strong>t</strong></em></p>
<p><em>&#8220;Um daqueles livros que dão dor de fechar.&#8221; <strong>Scotsman</strong></em></p>
<p>A Bússola de Ouro teve adaptação para o cinema que sinceramente me decepcionou. O problema foi que eu esperava muito do <a href="http://www.clubedaleitura.org/shop/?pal=filme"  class="alinks_links" onclick="return alinks_click(this);"  style="padding-right: 13px; background: url(http://www.clubedaleitura.org/wp-content/plugins/alinks/images/external.png) center right no-repeat;" title="As melhores ofertas de filme no Submarino" rel="nofollow">filme</a>. Mesmo não sendo recorde de bilheterias, recomendo para assistir com a família.</p>
<p><strong>Recomendo o livro.</strong> Philip Pullman sabe mesmo como prender a atenção de um leitor fascinado por fantasias.</p>
<h2>Trechos do Livro A Bússola de Ouro</h2>
<blockquote><p>Depois que escureceu e que toda a carga tinha sido retirada do navio e<br />
estava esperando no cais, Farder Coram e Lyra seguiram ao longo da praia<br />
procurando o Bar de Einarsson. Encontraram facilmente: um tosco barracão de<br />
concreto com um cartaz de néon vermelho piscando irregularmente acima da<br />
porta e o <a href="http://www.clubedaleitura.org/shop/?pal=som"  class="alinks_links" onclick="return alinks_click(this);"  style="padding-right: 13px; background: url(http://www.clubedaleitura.org/wp-content/plugins/alinks/images/external.png) center right no-repeat;" title="As melhores ofertas de som no Submarino" rel="nofollow">som</a> de vozes altas passando através das janelas embaçadas de<br />
condensação.<br />
Um beco de solo acidentado ao lado do bar levava a um portão de ferro<br />
que dava para os fundos do prédio, onde havia um barracão. A luz fraca que saía<br />
pela janela dos fundos do bar mostrava uma figura grande e pálida agachada,<br />
devorando uma posta de carne que segurava com ambas as mãos. Lyra teve um<br />
vislumbre de um focinho sujo de sangue, olhos pequenos e maus, e uma<br />
imensidão de pêlos amarelados e sujos. A figura soltava sons ao mastigar e<br />
engolir, rosnados e ofegos.</p>
</blockquote>
<blockquote><p>— Ursos! — rugiu por sua vez. — Iorek Byrnison voltou a meu convite.<br />
Eu o atraí para cá. Sou eu quem tem que ditar os termos do combate, que são: se<br />
eu matar Iorek Byrnison, a carne dele será retalhada e servida aos avantesmas-<br />
dos-penhascos. A cabeça vai ficar exposta em cima do meu palácio. A memória<br />
dele será obliterada. Será crime grave falar o nome dele&#8230;<br />
Ele prosseguiu, e depois cada um dos dois tornou a falar.<br />
Era uma fórmula, um ritual fielmente obedecido. Lyra olhava para os<br />
dois, tão diferentes: Iofur tão brilhante e poderoso, imenso em sua força e saúde,<br />
em sua armadura esplêndida, orgulhoso e fidalgo; e Iorek, menor — embora ela<br />
nunca tivesse imaginado que ele um dia ia parecer pequeno — e mal-equipado, a<br />
armadura amassada e enferrujada. Mas a armadura dele era a sua alma; ele a tinha<br />
fabricado, e ela lhe servia perfeitamente. Ambos eram uma coisa só. Iofur não<br />
estava contente com a sua armadura; ele queria também outra alma. Estava<br />
inquieto, ao passo que Iorek estava imóvel.</p>
</blockquote>
<h2>Curiosidades</h2>
<ul>
<li>Philip Pullman com sua trilogia, ganharam prêmios importantes, como, medalhas <strong>Carneige</strong> e <strong>Guardian</strong>.</li>
</ul>
<h2>Sobre o autor Philip Pullman</h2>
<p><strong>Philip Pullman </strong>(19 de Outubro, 1946) é ateu militante britânico e o autor da triologia Fronteiras do Universo (<strong>A Bússola de Ouro, A Faca Sutil e A Luneta Âmbar</strong>) em que se mistura religião, física, mundos paralelos e que ganhou vários prêmios de <a href="http://www.clubedaleitura.org/shop/?pal=literatura"  class="alinks_links" onclick="return alinks_click(this);"  style="padding-right: 13px; background: url(http://www.clubedaleitura.org/wp-content/plugins/alinks/images/external.png) center right no-repeat;" title="As melhores ofertas de literatura no Submarino" rel="nofollow">literatura</a> no mundo. Nasceu em <strong>Norwich na Inglaterra</strong>, no dia 19 de Outubro de 1946. Durante a infância viajou pelo mundo inteiro, pois o seu pai e o seu padrasto eram ambos membros da <strong>Real Força Aérea</strong>. Passou parte da sua infância na Austrália, onde descobriu as maravilhas das histórias em quadrinhos, e cresceu amando, em particular, o <strong>Super-homem</strong> e o <strong>Batman</strong>.</p>
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		<title>Manual para conservação e reparo de livro</title>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2008 20:40:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Contro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Conservação]]></category>

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Manual para conservação e reparo de livro via kwout

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			<content:encoded><![CDATA[<div class="kwout"><img style="border: medium none;" title="Conservation Book Repair, a training manual by Artemis BonaDea" usemap="#kwout_bk2mv7gy" src="http://kwout.com/cutout/b/k2/mv/7gy.jpg" alt="http://www.library.state.ak.us/hist/conman.html" width="283" height="239" /><br />
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<p style="text-align:center;margin-top:10px;"><a href="http://www.library.state.ak.us/hist/conman.html">Manual para conservação e reparo de livro</a> via <a href="http://kwout.com/quote/bk2mv7gy">kwout</a></p>
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		<title>Cristovam Buarque - Sobre a internacionalização da Amazônia</title>
		<link>http://www.clubedaleitura.org/2008/05/07/cristovam-buarque-sobre-a-internacionalizacao-da-amazonia/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 May 2008 12:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Contro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>

		<category><![CDATA[Cristovam Buarque]]></category>

		<category><![CDATA[Debate]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/05/amazonia.jpg" alt="Cristovam Buarque - Sobre a internacionalização da amazônia" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone alignleft" style="float: left;" src="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/05/amazonia.jpg" alt="Cristovam Buarque - Sobre a internacionalização da amazônia" />Sempre vale relembrar&#8230;</p>
<p>Durante debate ocorrido no mês de Novembro/2000, em uma <strong>Universidade</strong>, nos <strong>Estados Unidos</strong>, o ex-governador do Distrito Federal, <strong>Cristovam Buarque</strong>, foi questionado sobre o que pensava da <strong>internacionalização da Amazônia</strong>. O jovem introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Segundo Cristovam, foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para a sua resposta:</p>
<p>&#8220;De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a   internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo e risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade. Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado</p>
<p>Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou<br />
de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.</p>
<p>Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveriam  pertencer ao mundo inteiro. Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.</p>
<p>Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver. Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Músicas Literárias - Zé Ramalho</title>
		<link>http://www.clubedaleitura.org/2008/05/01/musicas-literarias-ze-ramalho/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 02:53:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Contro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Analisando Canções]]></category>

		<category><![CDATA[Músicas Literárias]]></category>

		<category><![CDATA[Zé Ramalho]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/05/ze-ramalho.jpg" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certas <strong>músicas</strong> contam histórias, algumas parecem que saltaram de um bom <a href="http://www.clubedaleitura.org/shop/?pal=livro"  class="alinks_links" onclick="return alinks_click(this);"  style="padding-right: 13px; background: url(http://www.clubedaleitura.org/wp-content/plugins/alinks/images/external.png) center right no-repeat;" title="As melhores ofertas de livro no Submarino" rel="nofollow">livro</a> devido a <strong>verossimilhança</strong> que conseguem alcançar em suas letras. Isso faz que eu me sinta espectador da ação passando a viver o que é cantado.</p>
<p><a href="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/05/ze-ramalho.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-107" title="ze-ramalho" src="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/05/ze-ramalho.jpg" alt="zé ramalho" width="145" height="145" /></a>Muitas músicas do <strong>Zé Ramalho</strong> carregam isso, os detalhes, os arranjos, algumas rimas, aquela palavra usada de forma certeira que realmente faz jus a parecer <strong>música para os ouvidos</strong>, entre as entrelinhas que existem em suas letras com <strong>mensagens libertinas</strong>.</p>
<p>Músicas de <strong>Zé Ramalho</strong>, para <strong>ouvir</strong> e <strong>sentir</strong>:</p>
<h2>Avohai - Zé Ramalho</h2>
<p>A primeira estrofe já demonstra tamanha minuciosidade em descrever o personagem central.  Seguindo, a canção continua traçando detalhes do personagem, agora sobre sua face:<span style="color: #ff6600;"> <span style="color: #ff0000;"><em>&#8230;Pares de olhos tão profundos Que amargam as pessoas que fitar&#8230;</em></span></span></p>
<blockquote><p>Um velho cruza a soleira</p>
<p>De botas longas, de barbas longas</p>
<p>De ouro o brilho do seu colar</p>
<p>Na laje fria onde coarava</p>
<p>Sua camisa e seu alforje de caçador</p>
<p>Oh meu velho e invisível Avôhai</p>
<p>Oh meu velho e indivisível Avôhai</p>
<p>Neblina turva e brilhante em meu cérebro coágulos de sol</p>
<p>Amanita matutina e que transparente cortina ao meu redor</p>
<p>E se eu disser que é meio sabido você diz que é meio pior</p>
<p>E pior do que planeta quando perde o girassol</p>
<p>É o terço de brilhante nos dedos de minha avó</p>
<p>E nunca mais eu tive medo da porteira</p>
<p>Nem também da companheira que nunca dormia só</p>
<p>Avôhai&#8230; Avô e pai</p>
<p>Avôhai</p>
<p>O brejo cruza a poeira de fato existe</p>
<p>Um tom mais leve na palidez desse pessoal</p>
<p>Pares de olhos tão profundos</p>
<p>Que amargam as pessoas que fitar</p>
<p>Mas que bebem sua vida, sua alma na altura que mandar</p>
<p>São os olhos, são as asas</p>
<p>Cabelos de avôhai&#8230;</p>
<p>Na pedra de turmalina e no terreiro da usina eu me criei</p>
<p>Voava de madrugada e na cratera condenada eu me calei</p>
<p>Se eu calei foi de tristeza, você cala por calar</p>
<p>E calado vai ficando, só fala quando eu mandar</p>
<p>Rebuscando a consciência, com medo de viajar</p>
<p>Até o meio da cabeça do cometa, girando na carrapeta</p>
<p>No <a href="http://www.clubedaleitura.org/shop/?pal=jogo"  class="alinks_links" onclick="return alinks_click(this);"  style="padding-right: 13px; background: url(http://www.clubedaleitura.org/wp-content/plugins/alinks/images/external.png) center right no-repeat;" title="As melhores ofertas de jogo no Submarino" rel="nofollow">jogo</a> de improvisar</p>
<p>Entrecortando eu sigo dentro a linha reta</p>
<p>Eu tenho a palavra certa</p>
<p>Pra doutor não reclamar</p>
<p>Avôhai&#8230; Avôhai</p>
<p>Avôhai&#8230; Avôhai</p></blockquote>
<h2>Vila do Sossego - Zé Ramalho</h2>
<p>A rima aplicada de forma constante deixa a música harmoniosa como uma poesia. Veja:  <span style="color: #ff6600;"><em><span style="color: #ff0000;">&#8230;Que normalmente, comumente, fatalmente, felizmente, displicentemente o nervo se contrai, oh, com precisão..</span>. </em></span>e<em> <span style="color: #ff0000;">&#8230;Um compromisso submisso, rebuliço no cortiço chamo o Padre &#8220;Ciço&#8221; para me benzer, oh, com devoção&#8230;</span></em></p>
<p><em> </em>Outro momento que faz eu imaginar uma leitura, é a forma de relatar certas ocasiões. Como falei no início deste artigo, letras que usando palavras certeiras deixam a leitura, ou melhor a canção ótima para os ouvidos. Fazendo analogias e deixando nossa imaginação fluir, esse momento floresce nesse trecho:<em> <span style="color: #ff0000;">&#8230;Nos aviões que vomitavam pára-quedas / Nas casamatas, caso vivas, caso morras / E nos delírios meus grilos temer&#8230;</span></em></p>
<blockquote><p>Oh, eu não sei se eram os antigos que diziam</p>
<p>Em seus papiros Papillon já me dizia</p>
<p>Que nas torturas toda carne se trai</p>
<p>Que normalmente, comumente, fatalmente, felizmente,</p>
<p>Displicentemente o nervo se contrai, oh, com precisão</p>
<p>Nos aviões que vomitavam pára-quedas</p>
<p>Nas casamatas, caso vivas, caso morras</p>
<p>E nos delírios meus grilos temer</p>
<p>O casamento, o rompimento, o sacramento, o documento</p>
<p>Como um passatempo quero mais te ver, oh, com aflição</p>
<p>Meu treponema não é pálido nem viscoso</p>
<p>E os meus gametas se agrupam no meu <a href="http://www.clubedaleitura.org/shop/?pal=som"  class="alinks_links" onclick="return alinks_click(this);"  style="padding-right: 13px; background: url(http://www.clubedaleitura.org/wp-content/plugins/alinks/images/external.png) center right no-repeat;" title="As melhores ofertas de som no Submarino" rel="nofollow">som</a></p>
<p>E as querubinas meninas rever</p>
<p>Um compromisso submisso, rebuliço no cortiço</p>
<p>Chamo o Padre &#8220;Ciço&#8221; para me benzer, oh, com devoção</p></blockquote>
<h2>Clube da Leitura Shop</h2>
<p><a href="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/05/ze-ramalho-2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-108" title="ze-ramalho-2" src="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/05/ze-ramalho-2.jpg" alt="" width="180" height="180" /></a>Compre o melhor de <strong>Zé Ramalho</strong> <a href="http://www.submarino.com.br/HomeCache/AllSearchResult.aspx?Query=crime%20e%20castigo&amp;franq=259766" target="_blank"><img src="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/03/bt_comprar_gd.gif" alt="comprar" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>A QUESTÃO DA IDENTIDADE - O que faz o brasil, Brasil? - Roberto DaMatta</title>
		<link>http://www.clubedaleitura.org/2008/04/27/a-questao-da-identidade-o-que-faz-o-brasil-brasil-roberto-damatta/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 02:14:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Contro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Antropologia]]></category>

		<category><![CDATA[Brasil?]]></category>

		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>

		<category><![CDATA[O que faz o brasil, Brasil?]]></category>

		<category><![CDATA[Roberto DaMatta]]></category>

		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<category><![CDATA[A questão da identidade]]></category>

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		<description><![CDATA[De uma forma sucinta, o primeiro passo para iniciar o ensaio de DaMatta sobre nossa nação, é relatar o porque do título. Sendo assim, o brasil com b minúsculo,  o fim que não se iniciou, o caos entre as etnias que se mesclam em nossa bela natureza tropical; a morte degenerada psicológica e social. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/04/a-questao-da-identidade.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-104" title="a-questao-da-identidade" src="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/04/a-questao-da-identidade.jpg" alt="" width="250" height="250" /></a>De uma forma sucinta, o primeiro passo para iniciar o ensaio de <strong>DaMatta</strong> sobre nossa nação, é relatar o porque do título. Sendo assim, o <strong>brasil com b minúsculo</strong>,  o fim que não se iniciou, o caos entre as etnias que se mesclam em nossa bela natureza tropical; a morte degenerada psicológica e social. E o B<strong>rasil com B maiúsculo</strong>, nossa pátria, nosso lar, um pedaço de terra onde vivemos e morremos, onde enfrentamos nossos maiores medos -  trabalhamos, lutamos,  acordamos, dormimos e sonhamos - Essas e outras <strong>formas do Brasil</strong> são interligadas de forma direta e indireta, tornando um Brasil ímpar, único, e de certa forma para cada qual que aqui vive.  Uma sociedade onde o que vale é o que você aponta, anulando o próximo. Mas para ver tudo isso florescer é necessário um cutucão, uma forcinha, um ato, ou um evento  qualquer que faça despertar o jeitinho, a malandragem, a audácia de nós brasileiros.<br />
O Brasil está nas entrelinhas do cotidiano, e pode ser notado na lei que &#8220;não pega&#8221;, na comida, paixão e saudade, no carnaval que desbanca a hierarquia, no jeitinho de contornar e criar situações adversas, na cultura de cada canto do país, no sincretismo da fé que combina religiões para alcançar o Divino, no feijão com arroz, no futebol, na política&#8230; Entre diversas outras peculiaridades notáveis e que as vezes de tão praticadas passam por despercebidas.<span style="color: #888888;"> <em>Foto: Sxc.hu</em></span></p>
<p><span style="color: #999999;">DaMatta, Roberto.  O que faz o brasil, Brasil? Rio de Janeiro, Rocco, 1986, pag. 11-20</span></p>
<p>Conheça mais <a href="http://www.clubedaleitura.org/2008/04/19/o-que-faz-o-brasil-brasil-roberto-damatta/">aqui</a> sobre o ensaio do <strong>Clube da Leitura</strong> para a obra de <strong>Roberto DaMatta, &#8220;O que faz o brasil, Brasil?&#8221;</strong></p>
<h2>O que faz o brasil, Brasil? - Roberto DaMatta</h2>
<p><a href="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/04/mini-o-que-faz-o-brasil-bra.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-105" title="mini-o-que-faz-o-brasil-bra" src="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/04/mini-o-que-faz-o-brasil-bra.jpg" alt="" width="150" height="224" /></a> <strong>Título:</strong> O que faz o brasil, Brasil?<br />
<strong>Autor:</strong> Roberto DaMatta<br />
<strong>ISBN:</strong> 8532502016<br />
<strong>Editora:</strong> <a href="http://www.rocco.com.br" target="_blank">Rocco</a></p>
<p><a href="http://www.clubedaleitura.org/shop/?pal=roberto_damatta"><img class="alignnone" src="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/03/bt_comprar_gd.gif" alt="" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>23 de Abril - Dia Internacional do Livro</title>
		<link>http://www.clubedaleitura.org/2008/04/23/23-de-abril-dia-internacional-do-livro/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 16:47:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Contro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Datas Comemorativas]]></category>

		<category><![CDATA[Dia do Livro]]></category>

		<category><![CDATA[23 de Abril]]></category>

		<category><![CDATA[Dia Internacional do Livro]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia Internacional do Livro teve a sua origem na Catalunha, uma região semi-autônoma da Espanha.
A data começou a ser celebrada em 7 de outubro de 1926, em comemoração ao nascimento de Miguel de Cervantes, escritor espanhol. O escritor e editor valenciano, estabelecido em Barcelona, Vicent Clavel Andrés, propôs este dia para a Câmara Oficial do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dia Internacional do <a href="http://www.clubedaleitura.org/shop/?pal=Livro"  class="alinks_links" onclick="return alinks_click(this);"  style="padding-right: 13px; background: url(http://www.clubedaleitura.org/wp-content/plugins/alinks/images/external.png) center right no-repeat;" title="As melhores ofertas de Livro no Submarino" rel="nofollow">Livro</a></strong> teve a sua origem na Catalunha, uma região semi-autônoma da Espanha.</p>
<p>A data começou a ser celebrada em 7 de outubro de 1926, em comemoração ao nascimento de Miguel de Cervantes, escritor espanhol. O escritor e editor valenciano, estabelecido em Barcelona, Vicent Clavel Andrés, propôs este dia para a Câmara Oficial do Livro de Barcelona.</p>
<p>Em <strong>6 de fevereiro de 1926</strong>, o governo espanhol, presidido por Miguel Primo de Rivera, aceitou a data e o rei Alfonso XIII assinou o decreto real que instituiu a Festa do Livro Espanhol.</p>
<p>No ano de 1930, a data comemorativa foi trasladada para <strong>23 de abril</strong>, dia do falecimento de Cervantes.</p>
<p>Mais tarde, em 1995, a <strong>UNESCO</strong> instituiu 23 de abril como o <strong>Dia Internacional do Livro</strong> e dos direitos dos autores, em virtude de a 23 de abril se assinalar o falecimento de outros escritores, como Josep Pla, escritor catalão, e <strong>William Shakespeare</strong>, dramaturgo inglês.</p>
<p>No caso do escritor inglês, tal data não é precisa, pois que em Inglaterrra, naquele tempo, ainda utilizava o calendário juliano, pelo que havia uma diferença de 10 dias apara o calendário gregoriano usado em Espanha. Assim <strong>Shakespeare</strong> faleceu efectivamente 10 dias depois de Cervantes.</p>
<p>Fonte: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Internacional_do_Livro">Wikipédia</a> a enciclopédia livre</p>
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		<title>Arte-Educação para quê? (Razões para ensinar arte)</title>
		<link>http://www.clubedaleitura.org/2008/04/22/arte-educacao-para-que-razoes-para-ensinar-arte/</link>
		<comments>http://www.clubedaleitura.org/2008/04/22/arte-educacao-para-que-razoes-para-ensinar-arte/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 02:28:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Contro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arte]]></category>

		<category><![CDATA[Educação]]></category>

		<category><![CDATA[Ensino]]></category>

		<category><![CDATA[Selma de Assis Moura]]></category>

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		<description><![CDATA[A educação é uma das ações que definem nossa humanidade: o ser humano transcende seu status animal pois vai além dos instintos: compreende, reelabora, reflete, cria e recria, critica, aprende, ensina. A busca do homem através da história é sempre uma busca de compreender e transformar a realidade.
Já foi dito que uma característica distintiva do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A educação é uma das ações que definem nossa humanidade: o ser humano transcende seu status animal pois vai além dos instintos: compreende, reelabora, reflete, cria e recria, critica, aprende, ensina. A busca do homem através da história é sempre uma busca de compreender e transformar a realidade.<br />
Já foi dito que uma característica distintiva do ser humano é a necessidade do supérfluo. O que ultrapassa os limites das necessidades básicas essenciais à sobrevivência e coloca-se no campo da atribuição de sentido é o que nos torna humanos. A admiração diante de um por do sol, a necessidade de deixar uma marca que dure além do efêmero tempo de nossa existência, o incômodo diante da desorganização e a valorização de uma certa ordem individual, o espanto diante do inusitado, a apreciação da beleza, a reflexão sobre o que é diferente e nos provoca&#8230; todos os seres humanos vivenciam essas situações ao longo de suas vidas, pois são constituídos de dimensões físicas, cognitivas, emocionais, sociais, éticas e estéticas.<br />
Essa característica pluridimensional do ser humano por si só já seria válida para justificar a importância da arte na educação, já que sua ausência não favoreceria um desenvolvimento integral da pessoa, um dos principais objetivos da educação. Mas além desse fator há outros que valem a pena serem lembrados.<br />
A arte é cultura. É fruto de sujeitos que expressam sua visão de mundo, visão esta que está atrelada a concepções, princípios, espaços, tempos, vivências. O contato com a arte de diversos períodos históricos e de outros lugares e regiões amplia a visão de mundo, enriquece o repertório estético, favorece a criação de vínculos com realidades diversas e assim propicia uma cultura de tolerância, de valorização da diversidade, de respeito mútuo, podendo contribuir para uma cultura de paz. O conhecimento da arte produzida em sua própria cultura permite ao sujeito conhecer-se a si mesmo, percebendo-se como ser histórico que mantém conexões com o passado, que é capaz de intervir modificando o futuro, que toma consciência de suas concepções e idéias, podendo escolher criticamente seus princípios, superar preconceitos e agir socialmente para transformar a sociedade da qual faz parte.<br />
Além das já referidas justificativas ontológicas e culturais para a importância da arte na educação, cabe falar da dimensão simbólica da arte, de seu poder expressivo de representar idéias através de linguagens particulares, como a <a href="http://www.clubedaleitura.org/shop/?pal=literatura"  class="alinks_links" onclick="return alinks_click(this);"  style="padding-right: 13px; background: url(http://www.clubedaleitura.org/wp-content/plugins/alinks/images/external.png) center right no-repeat;" title="As melhores ofertas de literatura no Submarino" rel="nofollow">literatura</a>, a dança, a música, o teatro, a arquitetura, a fotografia, o desenho, a pintura, entre outras formas expressivas que a arte assume em nosso dia-a-dia.<br />
Essas formas são linguagens criadas pela humanidade para expressar a realidade percebida, sentida ou imaginada, e como linguagens que são, têm suas próprias estruturas simbólicas que envolvem elementos tais como espaço, forma, luz e sombra em <a href="http://www.clubedaleitura.org/shop/?pal=artes"  class="alinks_links" onclick="return alinks_click(this);"  style="padding-right: 13px; background: url(http://www.clubedaleitura.org/wp-content/plugins/alinks/images/external.png) center right no-repeat;" title="As melhores ofertas de artes no Submarino" rel="nofollow">artes</a> visuais, timbre, ritmo, altura e intensidade em música, entre outros elementos inerentes a outras linguagens da arte. Ora, o conhecimento dessas estruturas simbólicas não é evidente aos alunos, nem se constrói espontaneamente através da livre expressão, mas precisam ser ensinados. O ensino das linguagens da arte cabe também à escola, embora não apenas a ela.<br />
Um outro argumento em defesa da arte na educação passa pela sua importância ao desenvolvimento cognitivo dos aprendizes, pois o conhecimento em arte amplia as possibilidades de compreensão do mundo e colabora para um melhor entendimento dos conteúdos relacionados a outras áreas do conhecimento, tais como matemática, línguas, história e geografia. Um exemplo mais evidente é a melhor compreensão da história, de seus determinantes e desdobramentos através do conhecimento da história da arte e das idéias sobre as quais os movimentos artísticos se desenvolveram. Não existe dicotomia entre arte e ciência, entre pensar e sentir, entre criar e sistematizar, e a fragmentação do conhecimento é uma falácia que tem estado presente na educação, devendo ser superada, pois o ser humano é íntegro e total.<br />
Diante de tal importância que a arte assume na educação, pode-se fazer uma revisão crítica do que a escola tem alcançado em termos de ensino da arte.<br />
Temos conseguido valorizar nos alunos sua expressividade e potencial criativo? Temos sabido perceber, compreender e avaliar suas idéias sobre as linguagens artísticas? Temos desenvolvido nosso próprio percurso em artes de tal modo que conheçamos os conteúdos, os objetivos e os métodos para ensinar cada uma das linguagens artísticas? Temos tido suficiente bagagem teórico-conceitual para identificar o momento que cada educando vivencia em sua construção de conhecimento sobre a arte e fazer intervenções que lhe permitam avançar? Temos sabido incentivar a formação cultural de nossos educandos e ajudá-los a perceberem-se como sujeitos de cultura?<br />
Creio que estamos vivenciando um momento histórico de grande importância na educação como um todo e na arte-educação especificamente: o desafio de superar concepções tecnicistas e utilitaristas, mas também de ir além do “deixar fazer” e da livre expressão apenas, para reconhecer que a arte tem características próprias que devem ser melhor conhecidas pelos educadores, que tem objetivos próprios e seus próprios métodos. Será que nós tivemos, em nossa educação, acesso à arte? E que acesso foi esse? Estamos reconstruindo o ensino da arte, não com base no que aprendemos na escola, mas no conhecimento que estamos a construir agora.<br />
Nós, como educadores, precisamos aprender mais para ensinar melhor. Cada um de nós deverá ser um construtor de conhecimentos e um semeador de idéias e práticas que, esperamos, darão frutos no futuro.</p>
<h2>Indicações de Leitura:</h2>
<ul>
<li>Derdyk, Edith. Formas de Pensar o Desenho: O desenvolvimento do grafismo infantil. São Paulo, Scipione, 1989.</li>
<li> Iavelberg, Rosa. Para gostar de Aprender Arte: Sala de Aula e Formação de Professores. Porto Alegre, Artmed, 2003.</li>
<li>Iavelberg, Rosa. O desenho Cultivado na Criança: Prática e Formação de Professores. São paulo, Zouk, 2006</li>
<li> Nicolau, Marieta Lúcia Machado e Marina Célia Moraes Dias (orgs). Oficinas de Sonho e Realidade na Formação do Educador da Infância. Campinas, Papirus, 2003.</li>
</ul>
<p>Artigo por <strong>Selma de Assis Moura</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O que faz o brasil, Brasil? - Roberto DaMatta</title>
		<link>http://www.clubedaleitura.org/2008/04/19/o-que-faz-o-brasil-brasil-roberto-damatta/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 17:51:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Contro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Antropologia]]></category>

		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>

		<category><![CDATA[O que faz o brasil, Brasil?]]></category>

		<category><![CDATA[Roberto DaMatta]]></category>

		<category><![CDATA[Brasil?]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/04/roberto-da-mata-o-que-faz-o-brasil-brasil.jpg" alt="Roberto DaMatta - O que faz o brasil, Brasil?" /></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que faz o brasil, Brasil?</strong> de <strong>Roberto DaMatta</strong>, foi o <a href="http://www.clubedaleitura.org/shop/?pal=livro"  class="alinks_links" onclick="return alinks_click(this);"  style="padding-right: 13px; background: url(http://www.clubedaleitura.org/wp-content/plugins/alinks/images/external.png) center right no-repeat;" title="As melhores ofertas de livro no Submarino" rel="nofollow">livro</a> de estudo desse primeiro trimestre de dois mil e oito, para as aulas de <strong>Cultura Brasileira</strong>, ministradas pelo ilustre Professor <strong>Alvaro R</strong><strong>ibeiro.</strong></p>
<p>Da mesma forma que em aula estudamos capítulo por capítulo do livro; Aqui, vou postar em cada artigo um capítulo da obra. Nesse ensaio vou publicar<strong> meu ponto de vista, </strong>dividido em 8 partes cada qual de seu capitulo.</p>
<p>Não tenho profundos conhecimentos em <strong>Antropologia</strong>, <strong>História</strong>, ou <strong>Filosofia</strong>, gosto desses temas apenas, e venho estudando, lendo, pesquisando conforme vão me apresentando ou conhecendo por conta, portanto estou aberto para futuras correções ou críticas.</p>
<p><a href="http://www.clubedaleitura.org/shop/?pal=roberto_damatta" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-100" title="roberto-da-mata-o-que-faz-o-brasil-brasil" src="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/04/roberto-da-mata-o-que-faz-o-brasil-brasil.jpg" alt="Roberto DaMatta - O que faz o brasil, Brasil?" width="300" height="448" /></a><strong>Título:</strong> O que faz o brasil, Brasil?<br />
<strong>Autor:</strong> Roberto DaMatta<br />
<strong>ISBN:</strong> 8532502016<br />
<strong>Editora:</strong> <a href="http://www.rocco.com.br" target="_blank">Rocco</a></p>
<p><a href="http://www.clubedaleitura.org/shop/?pal=roberto_damatta"><img class="alignnone" src="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/03/bt_comprar_gd.gif" alt="" /></a></p>
<p>Em <strong>O que faz o brasil, Brasil?</strong> DaMatta, um dos mais influentes <strong>antropólogos do Brasil</strong> aponta os principais e corriqueiros fatos que fazem o Brasil ser o que é hoje -  o Brasil do Carnaval, o Brasil preguiçoso, o Brasil de amargos trabalhadores, do famoso jeitinho que dribla a lei, o Brasil que nasce nos pequenos gestos, o Brasil sendo país do futebol - enfim como os brasileiros vem criando a identidade do Brasil.</p>
<h2>Ensaio sobre &#8220;O que faz o brasil, Brasil? de Roberto DaMatta por Murilo Parra Contro&#8221;</h2>
<p>Os artigos dividos na ordem dos títulos abaixo serão atualizados com links conforme forem publicados. Esse artigo será então a âncora para chegar até eles.</p>
<h2>O que faz o brasil, Brasil? - Roberto DaMatta</h2>
<ul>
<li>O que faz o brasil, Brasil? A questão da identidade</li>
<li>A casa, a rua e o trabalho</li>
<li>A ilusão das relações raciais</li>
<li>Sobre comidas e mulheres&#8230;</li>
<li>O carnaval, ou o mundo como teatro e prazer</li>
<li>As festas da ordem</li>
<li>O modo de navegação social: a malandragem e o &#8220;jeitinho&#8221;</li>
<li>Os caminhos para Deus</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Brian Dettmer - Autópsia em Livros</title>
		<link>http://www.clubedaleitura.org/2008/04/09/brian-dettmer-autopsia-em-livros/</link>
		<comments>http://www.clubedaleitura.org/2008/04/09/brian-dettmer-autopsia-em-livros/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 20:39:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Contro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artes]]></category>

		<category><![CDATA[Brian Dettmer]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/04/briandettmer9.jpg" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa foi enviada pelo brother Marcio do blog <a href="http://www.gazetta.com.br/blog" target="_blank">Gazetteando</a></p>
<p>O artista contemporâneo <strong>Brian Dettmer</strong>, faz recortes em páginas de livros intercaladas, aproveitando as próprias figuras e textos de forma singular. Vejam:</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/04/briandettmer2.jpg" alt="" /><img class="alignnone" src="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/04/briandettmer9.jpg" alt="" /><img class="alignnone" src="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/04/briandettmer7.jpg" alt="" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/04/briandettmer10.jpg" alt="" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.clubedaleitura.org/wp-content/uploads/2008/04/briandettmer15.jpg" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
	</channel>
</rss>
